Eu falo “nossa” e você “oxi”

O preconceito linguístico é pouco conhecido e pouco discutido na sociedade, mas antes de discorrer sobre o tema, vamos entender o que é esse preconceito, comecemos pelo exemplo, imagine a seguinte cena: dois paulistas conversando, quando um deles escuta um nordestino falando ao celular, obviamente o paulista comentará com o outro e os dois darão risada. Isso é preconceito linguístico, a intolerância e o deboche da maneira que o outro fala.
Mas como um brasileiro tem preconceito com outro brasileiro pela maneira de falar, sendo que ambos falam português? Simples. Para a maioria das pessoas devemos falar como escrevemos, pois aprendemos o português padrão na escola, mas na verdade a língua falada e a língua escrita são completamente diferentes, enquanto uma segue um padrão e regras a outra é totalmente dinâmica e flexível. Isso faz com que existam várias maneiras de uma mesma expressão ou palavra seja dita em diferentes regiões do Brasil, e até mesmo dentro de um mesmo estado.
Por essa razão, acredito, que não há uma maneira “certa” de falar.
Considero então, o preconceito linguístico um tipo de preconceito sem motivo, pois todos falamos português, independentemente das variações existentes em todos os cantos do país, que enriquecem nossa cultura e diferenciam nosso povo.
Texto escrito pela aluna Mariana Fernandes Costa – 2º ano do Ensino Médio
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